Pular para o conteúdo principal

RS terá segunda-feira de calor com pancadas isoladas de chuva

O sol aparece nesta segunda-feira em todo o Rio Grande do Sul, mas acompanhado de nuvens em todas as regiões. Repete-se o ciclo dos últimos dias com sol predominando no Estado de manhã e pancadas isoladas de chuva da tarde para a noite, típicas de verão, geradas pelo aquecimento diurno.
Há chance maior de chuva isolada nas Metades Oeste e Norte. O dia começa com temperatura agradável, entretanto vai aquecer rapidamente. Calor será mais intenso no Oeste e no Noroeste com máximas de até 34ºC na região de Santa Rosa.

As mínimas rondam os 12ºC em São José dos Ausentes e em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 31ºC em Santana do Livramento e 34ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 18ºC e 31ºC.

Os últimos dias de outubro trouxeram o calor que esteve ausente no Sul do país na maior parte do mês e que teve várias jornadas amenas ou frias na primeira quinzena. O padrão atmosférico projetado pela MetSul Meteorologia para novembro reflete mais a tendência do que se viu no final que no começo de outubro.

O cenário vai ser típico de verão no Brasil e com os efeitos de fenômeno La Niña se fazendo sentir no regime de precipitação. A tendência é chuva abaixo da média. As exceções podem ser áreas mais ao Leste de Santa Catarina e do Paraná. O aporte de umidade do mar em direção ao continente com ar frio no oceano deve favorecer chuva frequente e em alguns momentos forte nestas regiões.

Ao contrário, em áreas mais a Oeste de Santa Catarina e na maior parte do Rio Grande do Sul, a tendência é precipitação abaixo dos padrões históricos. Assim, regiões do estado gaúcho que já se ressentem de chuva escassa, como o Extremo Sul e o Oeste, vão ter desta forma seu déficit de precipitação aumentado.

Fonte: Correio do Povo

Foto: Mauro Schaefer



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pelo menos 1,4 milhão de brasileiros deixam de sacar o auxílio emergencial e perdem o dinheiro

  Pelo menos 1,4 milhão de pessoas que receberam o auxílio emergencial não movimentaram o benefício depositado em suas contas digitais dentro do prazo determinado pelo decreto que regulamentou o recurso. Com isso, segundo o Ministério da Cidadania, até o momento, R$ 1,3 bilhão deixaram de ser utilizados e foram devolvidos aos cofres da União. Conforme a Caixa, os valores creditados na conta poupança digital e não movimentados no prazo de 90 dias, no caso do auxílio emergencial, ou 270 dias, no caso do auxílio emergencial extensão, são devolvidos à União. Para o público que faz parte do Programa Bolsa Família, as parcelas têm validade de 270 dias. O governo federal já encerrou o programa, que começou em abril e beneficiou 67,9 milhões de pessoas, com R$ 294 bilhões, principalmente trabalhadores informais e população de baixa renda, para minimizar os efeitos da pandemia de coronavírus. Mesmo com o fim do auxílio emergencial, a Caixa informou que manterá as contas digitais, “considerando

Começa o pagamento do calendário 2021 do programa Bolsa Família

  Começou nesta segunda-feira (18) o pagamento do Bolsa Família para beneficiários com NIS (Número de Identificação Social) de final 1. Neste mês, o pagamento vai até o dia 29. Mais de 14 milhões de famílias estão inscritas no programa. Para saber em que dia o benefício ficará disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do NIS, impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS, há uma data correspondente por mês. Se o NIS do titular termina com o número 1, em janeiro, por exemplo, os pagamentos começam no dia 18. Os depósitos ocorrem sempre nos dez últimos dias úteis de cada mês. As parcelas mensais ficam disponíveis para saque durante 90 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Bolsa Família”, com o valor do benefício. A Caixa Econômica Federal, operadora do programa, já iniciou a identificação com cartazes dos locais em que o benefício poderá ser sacado, como a

Justiça gaúcha reconhece união estável paralela ao casamento

  O TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) atendeu parcialmente a um recurso e reconheceu a união estável concomitante ao casamento. A decisão da 8ª Câmara Cível também admite a partilha dos bens eventualmente adquiridos durante a relação extraconjugal, o que deverá ser buscado em outra ação judicial. O apelo ao TJ-RS foi movido por uma mulher que se relacionou por mais de 14 anos com o parceiro, enquanto ele mantinha-se legalmente casado, até o homem morrer, em 2011. Ela contou que os dois moraram juntos em algumas cidades do Rio Grande do Sul e no Paraná. O reconhecimento da união estável em paralelo ao casamento é incomum. O Código Civil, por exemplo, estabelece como exceção apenas quando a pessoa é separada de fato ou judicialmente. O desembargador José Antônio Daltoé Cezar conluiu que a esposa sabia que o marido tinha essa relação fora do matrimônio. Essa peculiaridade fez diferença na decisão. Conforme o desembargador, uma vez comprovada a relação extraconjugal “duradou